domingo, 25 de março de 2012

Identificar Falsos Profetas

O falso profeta
            Algumas coisas básicas ajudam uma ovelha de Cristo a identificar um falso profeta. Deve-se combater um conceito comum de que um falso profeta seja uma pessoa individual fazendo profecias que não se cumprem.
O falso profeta é extremamente perigoso, invasivo à saúde mental, emocional e espiritual da ovelha principalmente pelo fato de ele se vestir em pele de ovelha constituindo-se no mais terrível tipo de perigo. Está oculto, disfarçado, muito difícil de ser reconhecido e atacando a ovelha a qualquer hora que queira com nenhuma condição de defesa desta, não estando esta em nenhum tipo de defensiva, pois está totalmente emaranhada na lógica do falso profeta, o qual mantém a ovelha sempre passiva e dócil, uma vítima perfeita.
            O falso profeta tem meios de fazer isso, pois é ajudado pelo Diabo que é mestre do engano e de inteligência muito superior aos seres humanos.
            Um falso profeta pode surgir como um homem ou mulher singular real, um guru, papa, pastor evangélico, religião, grupo ou até mesmo surgir nas compleições de uma grande organização, religião/seita, associação, partido ou ideologia estruturada.
            O modus operandi do falso profeta só é possível ser verificado por quem já foi vítima dele e já se libertou – e que contraiu uma pesada, mas gratificante responsabilidade: libertar outros que, como ovelhas na boca de um predador, apresentam ainda alguma condição para se libertarem desde que o pastor, com destreza dada por Deus pelo espírito santo e sua Palavra, oriente-a, ilumine-a e trabalhe suas faculdades mentais numa verdadeira batalha, pastor de um lado, falso profeta do outro, visando a salvar uma ovelha.
            A seguir veremos algumas características dos falsos profetas.
- O falso profeta se aproxima da ovelha fingindo-se ovelha. Sua conversa é bonita, atraente, cheia de promessas, até mesmo usando fartamente a Bíblia com textos cuidadosamente selecionados e em todo o cuidado para ocultar o contexto.  Ele primeiro reafirma os valores da ovelha e usa-se de argumentos, no início, convincentes. Conquista e impressiona. Essa é a anestesia inicial.
Todavia, nesse início o falso profeta faz todo o possível para que a ovelha não perceba o que fará com ela no decorrer dos anos: uma reviravolta, ou revolução total, em seus conceitos, seguido de um “backup” mental na ovelha, esvaziando coisas intrínsecas da ovelha e pondo outras imanentes do falso profeta.
Este processo precisa de tempo, mas é eficiente. Alie-se ao sucesso do falso profeta nessa empresa o fato de a ovelha se submeter a todo um regime programado de imposições do falso profeta: reuniões quase sem sentido, programação da vida particular e íntima totalmente remexida e rebuscada pelo falso profeta com juízos de valor feitos por ele, recomendando à ovelha umas coisas e mandando que se evitem outras. Algumas coisas são recomendadas em detrimento de outras.
Há coisas dos hábitos particulares dos seres humanos que atrapalha a eficiência da lavagem cerebral aplicada pela seita, ou falso profeta. Por exemplo, fazer um curso superior ou ter uma vida mais “desprendida”, religiosamente falando, pode tornar a ovelha “esclarecida”, o suficiente para que não seja presa fácil dos ditames do falso profeta. Esta é mais uma característica do falso profeta: entra na vida particular da ovelha e faz alterações a seu gosto. Mas a ovelha está nesta hora anestesiada e não sente “bisturi” em seus valores. Este método inicial do falso profeta é muito invasivo, psicologicamente falando. A ovelha, porém, sedada, deixa “rolar”. 
            - O falso profeta manipula o medo, domina a mente e faz lavagem cerebral;
- Utiliza-se de expressões bem conhecidas da Bíblia e, com estas, manipula o medo. Tipo: medo de “pecar contra o espírito santo” (ou está em vias disso). O objetivo desta inculcação é impedir o pensamento e travar o raciocínio através do medo e do receio de cometer algo tão grave quanto pecar contra o espírito santo.
- Manipula o medo de ser destruído no Harmagedom, ou de não ser arrebatado por Cristo no arrebatamento do último dia, ou de ser achado fraco na fé e não ser abençoado por ter duvidado do falso profeta, de ficar pobre, entre outros medos.
- Ameaça de causar ostracismo social à ovelha através de práticas como desassociação, expulsão ou excomunhão tornando-a psicologicamente desequilibrada para levar sua vida normal sem a liderança dele, o falso profeta, que por muitos anos inculcou na mente da vítima uma falsa dependência vital, dominou os pensamentos da ovelha e a fez pensar que não vive sem a liderança do falso profeta.
- Medo de ser julgada adversamente por Deus crendo equivocadamente em falsas interpretações do falso profeta sobre trechos das Escrituras cuidadosamente trabalhados – mas fora de contexto – e com paralelos cheios de rupturas e quebras de pensamento lógico que a ovelha não percebe, como por exemplo, comparar a ovelha aos rebeldes do deserto, Corá, Datã e Abirão que enfrentaram Moisés e foram destruídos por Deus. O medo de ser julgado como tais rebeldes é aterrador. A comparação é fartamente usada pelo falso profeta para controle sobre a ovelha. Porém, uma cuidadosa olhada nas linhas gerais desta comparação revela que o falso profeta é quem é o tipo de Corá, Datã e Abirão – e nunca a ovelha.
- Medo de não ser mais “abençoada” financeiramente, ou ficar pobre ou paupérrima, passar fome, etc. A ovelha não percebe que o falso profeta, ou o lobo é quem morre de medo de que a ovelha não mais lhe dê seu dinheiro. A ovelha está sedada para não compreender a clareza com que as Escrituras dizem: “Comprai sem dinheiro e sem preço!”. (Isaías 55:1) Nós “compramos” de Deus não com dinheiro. É que ele quer “misericórdia (na forma de amor, perdão, abnegação ao próximo, etc.) e não sacrifícios” (Mateus 9:13). Obviamente o falso profeta insiste na inclusão do “dinheiro” na expressão “comprai”, de Isaías. Mas Deus não precisa de dinheiro, não importa quantas vezes o falso profeta diga o contrário. Quem precisa de dinheiro é ele – o falso profeta.
- Medo de ser possuída pelo demônio. O falso profeta se apresenta como “benfeitor”, “protetor” e exorcista da ovelha sempre que for necessário. Mas avisa que ela, para ter tal “proteção”, deve estar incondicionalmente entregue a ele.
- Medo de pensar contra o falso profeta. Mesmo diante de muito sofrimento a ovelha foi treinada a fazer vistas grossas aos erros do falso profeta, nem mesmo pensar negativamente sobre ele sob pena de “pecar contra o espírito santo” haja vista ela encarar o falso profeta como alguém especial para Deus. A própria ovelha não se enxerga especial para Jesus nem para Deus. O falso profeta implantou algo semelhante a um diodo eletrônico na mente da ovelha, que permite apenas alguns pensamentos e não outros.
Ela é treinada a não se defender, não reclamar, não resmungar, não importa a grande envergadura da injustiça que sofre, pois o falso profeta pôs tudo o que é negativo sobre o ombro de Deus dando a aparência de que é Deus o grande vilão, o grande responsável pelo que está acontecendo à ovelha. Quem ousaria pensar contra Deus? Quando não, põe a culpa na ovelha. Nesse triângulo Deus/ovelha/falso profeta este último é quem sobra inocentado de tudo. Um dos outros dois, Deus ou a ovelha, é o responsável pelo ocorre de ruim. Qualquer coisa meritória é do falso profeta.
- O falso profeta treina a ovelha a fazer vistas grossas sobre seus abusos, a não pensar mal dele, a não enxergá-lo com clareza. Oculta da ovelha muitas coisas e forja outras. Turva sua visão e a torna míope. Controla as informações que são passadas à ovelha de forma seletiva e cuidadosa. Molda completamente sua mente e a abocanha.
- O falso profeta se passa por vítima. É outro modus operandi do falso profeta. No frigir dos ovos todas as outras pessoas são culpadas por qualquer problema:  o Diabo, Deus, ou até a própria ovelha, mas nunca – nunca mesmo – a culpa é do falso profeta. Ele sempre se inocenta de tudo.
É esse o dicionário do falso profeta.
            - O falso profeta não só tosquia a ovelha, mas a faz ficar doente, à mercê de outros falsos profetas ou lobos iguais a ele mesmo, ou pior, veste-se da pele de outras ovelhas para parecer ovelha também. Isto é, “vestir-se da pele de ovelhas” significa que outras ovelhas lhe dão total aval, conferem-lhe autoridade ante suas companheiras e dão ao falso profeta como que um cheque em branco - assinado. O apoio de outras ovelhas lhe confere uma boa aparência. Mas é tudo fachada. Não é para menos que muitas pessoas que foram vítimas deste satânico joguete espiritual e psicológico se sentem depois sem sentido na vida, numa crise existencial, passam depois a se sentirem sem direção, rumo ou alvo plausível na vida. Encontram-se num vazio. Todo o seu código de valores está chafurdado, se é que restou alguma coisa. Entram em depressão. Algumas se suicidam. É que o falso profeta veio foi pra roubar e matar. – João 10:10.
- O falso profeta afirma ter “autoridade” sobre a ovelha (e gosta de abusar deste termo) evocando a si mesmo toda a autoridade espiritual (supostamente recebida de Cristo). A ovelha ouve este discurso, mas por causa da sedação sofrida, não está em condições de discernir que a “autoridade” do falso profeta é autoconferida, e que foi a Jesus – e a ninguém mais – dada “toda a autoridade no céu e na terra!” – Mateus 28:18.
O falso profeta afirma que só ele pode interpretar as Escrituras, mutilando da ovelha um dom natural dado pelo Criador: o raciocínio, o pensamento, a capacidade crítica que deve ser exercida sobre tudo aquilo que se apresenta a ela supostamente baseado nas Escrituras e, inclusive, sobre as próprias credenciais do falso profeta.
Obriga a ovelha a apenas crer sem duvidar em suas interpretações. A ovelha não está, segundo o falso profeta, autorizada nem preparada para interpretar as Escrituras, mas somente o falso profeta, que alega ser uma pessoa ou classe especial, iniciada, com privilégios especiais e melhores dotados para isso. Apresenta-se como algo semelhante a um oráculo ou guru.
            - O falso profeta afirma deter o verdadeiro ensinamento cristão. Que DETÉM Deus.
            - O falso profeta afirma que seus serviços sacerdotais para a ovelha é um complemento ao sacrifício resgatador de Cristo. Que Cristo mesmo não conseguiu ligar a pessoa - individual e diretamente - com Deus. Que o serviço de Jesus Cristo precisa ser complementado pelo charlatanismo do falso profeta e faz a ovelha acreditar nisso e ela acredita.
            - O falso profeta afirma que a Bíblia não é perfeita como está – só fica perfeita mesmo depois de passar por suas falsas interpretações, interpretações que são forçadas a serem encaradas como “luz” final, e passando a Palavra de Deus como mero ponto de partida que, depois podem até serem descartadas. Um exemplo disso foi como a Igreja e os protestantes fizeram com as Escrituras Hebraicas passadas a ser chamadas de Velho Testamento (o termo velho não visa à outra coisa senão a pejorar grande parte das inspiradas Escrituras de Jeová).
            Na fase da sedação inicial, o falso profeta apresenta a Bíblia como fonte de verdade e luz. As falsas interpretações do falso profeta, porém, é que são mostradas, por fim, como sendo luz, lampejo, e até “alimento espiritual”. É raro ou nunca os mesmos atribuírem à Bíblia um ou outro de tais termos. Tais interpretações são geralmente distorcidas e bem trabalhadas para inculcarem coisas que as Escrituras de fato não estão dizendo, mas que convém aos interesses do falso profeta.
            - O falso profeta afirma ser um “canal” que intera, complementa, completa o canal legítimo, Cristo. (1 Timóteo 2:5) O falso profeta sempre apresenta Jesus como uma ponte faltando um pedaço, ou admite que Jesus é, sim o “canal”, mas está obstruído e precisando da ajuda dele, do falso profeta. Enfim, que sem ele – o falso profeta – Jesus não é suficiente! Ele também faz de um tudo para forçar a ovelha a crer nisso. Ele se utiliza de toda uma série de argumentos de textos bíblicos previamente escolhidos fora do contexto geral das Escrituras, usados como tecla única, para mexer com a mente da ovelha e, se necessário for, como indicado num dos pontos acima, manipular o medo e sua tática é regada com “ameaças” das quais, a ovelha não percebe sua verdadeira procedência: o falso profeta, não Deus.
            - O falso profeta afirma ser o único que tem a religião certa. É supostamente sobre ele que pousa uma “redoma” de espírito santo e santidade – tudo o mais além de suas fileiras está com o demônio. (Obs. Isaías 65:5: “Fica onde estás. Não te aproximes de mim, pois eu certamente te transmitirei santidade.”) Em outras palavras, ele quer monopolizar Deus, a Bíblia, o espírito santo e Jesus Cristo. O falso profeta afirma que detém a verdade. Ai de quem o ignora. Ele afirma que é o único caminho da verdade, o único que segrega um tipo de espaço para a salvação.
            - O falso profeta equipara-se a Deus, diz que está mais próximo de Deus e equipara a ovelha ao Diabo e que a ovelha está muito próxima do Diabo.  Este falso panorama, perigoso, apresentado pelo falso profeta, é terrível para a mente da ovelha que passa a crer nestas coordenadas falsas: ‘Deus é do falso profeta, o qual já está quase entrando no céu e o Diabo é da ovelha, Diabo este que está constantemente visitando a casa da ovelha e sempre com ela’. Daí, o falso profeta afirma ser o salvador desta ovelha supostamente nesta situação.
            O falso profeta sempre dá um “polimento” em sua imagem, apascenta a si mesmo e detrai da imagem da ovelha. Se o falso profeta for uma organização, valoriza mais a organização do que o indivíduo. Sua lógica é o indivíduo viver em função da organização e não a organização em função do indivíduo. Como a ovelha está fraca, pois virou presa, ele põe a culpa na ovelha e joga sobre ela todos os rótulos pejorativos que pode lembrar: mundana, apóstata, tagarela, fraca espiritualmente, e até...cabrito!
            O falso profeta está constantemente se afirmando ante a ovelha. Volta e meia cutuca a mesma com “lembretes” de suas mentiras. As mentiras são que ele é:
                        - O canal de Deus;
                        - O profeta de Deus;
                        - Que detêm uma comunicação especial e exclusiva com Deus;
                        - Que a ovelha precisa de seus supostos dotes sacerdotais.
            Tais “lembretes” são constantes numa forma de doutrinamento ou adestramento que podem durar muitos anos, mas, uma vez gravados no subconsciente da ovelha leva a mesma a um quadro de escravidão mental, intelectual e espiritual.
            - A ovelha sofre tais condições por ser ovelha. Sendo ovelha ela é assim mesmo: dócil, mansa e crédula. E o falso profeta apercebe-se de tais características dela. Até mesmo indo ao abate ela não abre a boca. Mas o pastor verdadeiro abre sua boca para alertar as ovelhas que aquela outra voz é do falso profeta, um lobo figurativo, pastor, padre, religião, mercenário, falso mensageiro de Deus, grupo, classe, ideologia ou organização, hipócrita, que não tem nenhum carinho com a ovelha e não pensa em outra coisa a não ser abusar da mesma por esta docilidade.
Mas quando ela ouve a voz do pastor verdadeiro ela o reconhece e começa um desfazimento de seus grilhões, uma libertação nunca sentida antes. E não interessa como ela esteja em seu grau de escravidão o falso profeta começa a perder pouco a pouco seu domínio sobre ela e seus grilhões começam a afrouxar lentamente até que a ovelha o vê nitidamente como o que realmente é: um falso profeta.
Depois que a ovelha enxerga o falso profeta está realmente livre. Não importa quantas vezes o falso profeta desta feita tente se afirmar ante ela, não importa quantas vezes o falso profeta repita que é o “escolhido” por Deus, que milhões de vezes diga que é o “canal” de Deus, que é o único que tem luz, não importa mais em que número, gênero, grau e maneira o falso profeta tente abocanhá-la. Os métodos são reconhecidos pela ovelha estando ela, desta vez, imunizada.
Mas este processo de emancipação só é possível se o pastor verdadeiro FALAR. A ovelha precisa ouvir a entonação vocal do pastor. – João 10:1-5.
Para finalizar, as ovelhas se comportam – não como se estivessem num aprisco seguro – mas esfoladas, doentes e “empurradas de um lado para o outro” e sem pastor.
É fácil notar isso quando se detecta num grupo religioso: alto índice de depressão entre seus frequentadores, de casais separados, de “repreensões” de integrantes do grupo por prática de pecado, da própria prática de pecado em si, de ex-membros, de um pequeno número ou até de um homem só como dirigente da religião sendo praticamente o mesmo durante um longo período de anos e uma grande quantidade de ex-líderes que não retornam à dianteira do grupo. Conhece alguém que, como ovelha, está sofrendo? Você pode fazer algo a respeito?

sábado, 9 de julho de 2011

Existe um corpo de homens que é maior do que o corpo dos apóstolos de Cristo

Em João capítulo 1 versículo 1, tanto Jesus como Jeová são chamados de Deus. Só que na Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas Jesus é deus (minúsculo) e Jeová, Deus (maiúsculo).
Não é diminuindo Jesus. É que ele ali está junto com Jeová sendo chamado de deus e a intenção é mostrar a hierarquia, elegendo o Pai como ‘maior do que ele’.
Enfim, Jesus não perde sua grandeza nem divindade. Mas o Pai é maior, superior, por isso o “D” maiúsculo.
A Associação Torre de Vigia numa mesma revista (A Sentinela 15 de setembro de 2010, pgs 13-22) chama os apóstolos de    corpo governante   do primeiro século, com iniciais minúsculas (pg. 13, parágrafo 7 e pg. 23 parágrafo 8).
Porém, na pg 23 parágrafo 8, pg. 26 parágrafo 4  e pgs 27 e 28 parágrafo 10 os líderes mundiais das Testemunhas de Jeová,  sediados em Brooklyn, Nova Yorque , são chamados de    Corpo Governante,    assim mesmo, com iniciais maiúsculas.
Isto não é desatenção do digitador da revista, pois num mesmo parágrafo, pg. 23 parágrafo 8 os dois “corpos governantes” são mencionados juntos. Mas para que haja uma nítida demonstração de hierarquia, na qual os de Brooklyn são maiores em importância, pois estão chamado Corpo Governante com iniciais maiúsculas e os apóstolos de Jesus de corpo governante com iniciais minúsculas.
No primeiro século havia pessoas que queriam ser superiores aos apóstolos e Paulo, num termo irônico, os chamou de “superfinos apóstolos”. -2 Coríntios 11:5. Não se deve surpreender que hoje pessoas ou grupos anseiam ter uma superioridade sobre os apóstolos de Cristo (que eram singulares e únicos). Tais grupos com delírio de grandeza querem ter sobre os apóstolos uma autoridade autoconferida.
É ver e conferir.
Obviamente esta digitação de modo algum é inferiorizando os apóstolos mas colocando-os no devido lugar de importância. Não é inferiorizado-os, mas, como estão sendo mencionados juntos com o Corpo Governante das Testemunhas de Jeová, os apóstolos precisam ficar com iniciais minúsculas, assim: corpo governante. É porque estão juntos então precisamos deste artifício ortográfico para mostrar o superior para não criar confusão como foi no caso de João 1:1 da Tradução do Novo Mundo.  
O Corpo Governante das Testemunhas de Jeová, é chamado assim com iniciais maiúsculas por ser superior aos apóstolos, os quais  são chamados na revista A Sentinela citada acima de corpo governante, em minúsculo.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Direito da informação

          Admiro muito as Testemunhas de Jeová, religião ligada à Associação Torre de Vigia de Bíblias e Tratados. Há coisas, porém, em suas publicações que parecem ocultar, confundir, e até desmentir o que elas tanto pregam de porta em porta. Este blog irá mostrar tudo tendo em vista que sou um estudioso profundo das publicações desta editora e não deixo passar nada. Tudo passa por meu olhar. Cada frase, palavra, vírgula, se é maiúsculo, minúsculo, etc. Minha tese é que, como os membros da referida religião não teem tempo mesmo de ler tudo (se é que leem alguma coisa), eu possa mostrar o que surgiu de novo em suas publicações e fazer as mesmas "comprar o tempo" e verificar - não  o óbvio, mas o que está subjacente, que, com certeza, pode ser uma surpresa, talvez desagradável para elas e outros interessados no tema.

          Não pretendo gerar desrespeito à esta organização que é composta por homens sérios - pelo contrário: minha intenção é reproduzir exatamente O QUE ELA DIZ, por incrível que pareça, mas enxugando todo um blá, blá, blá, de "textos diários", "Nosso Ministério do Reino", "Despertais" e "Sentinelas" e dar a outros o DIREITO  informação DIRETA.  Fico torcendo para que confiram o que digo.